Empresa
Honda no Mundo
Início do século, 40 anos depois do Japão se abrir à tecnologia estrangeira, Soichiro Honda, ainda menino, já gostava do cheiro de óleo diesel que impregnava o ar ao redor da fornalha das máquinas de beneficiamento de arroz. Era o seu primeiro contato com as engrenagens. Quando o primeiro Ford chegou à sua aldeia, o carro permaneceu na rua principal de Hamamatsu por pouco tempo, mas o suficiente para deixar uma pequena poça de óleo na rua de terra. Mesmo assim, Soichiro nunca se esqueceu dele.
Com 8 anos, já havia construído sua primeira bicicleta - ainda rudimentar. Aos 13, já tinha saído de suas mãos uma bicicleta de primeira. Todas as tardes, ao chegar da escola, sentia-se um pequeno criador do mundo, ao lado de suas primeiras invenções. O primeiro negócio deSoichiro Honda foi uma sucursal do Ateliê Técnico Art Shokai onde havia trabalhado anteriormente. Para ter sucesso, aceitou mesmo os trabalhos mais complexos, que resolvia sempre rapidamente, nem que para isso precisasse trabalhar a noite toda.
Em junho de 1945, suas fábricas foram destruídas por ataques aéreos. Mas isso não o desestimulou. Após um período de meditações sobre o futuro, ele funda a Honda Technical Research Institute, o ponto de partida para a futura produção de engenhos mecânicos. Seu primeiro projeto foi um motor simples e leve, que qualquer um poderia comprar e fixar à sua bicicleta. Daí à produção do seu próprio motor modelo "A" Honda foi um passo. Em novembro de 1946 começava a produção, com clientes batendo à sua porta pela grande necessidade de se locomover.
A partir de setembro de 1948 surgia a Honda Motor Co. Ltda., e em agosto de 1949 era fabricado o primeiro protótipo de motoneta da Honda, o modelo Dream D. de 98 cc. No mesmo ano em que Takeo Fujisawa, seu inseparável companheiro, iniciava um importante papel no desenvolvimento da empresa. Ao cuidar da área comercial e financeira, liberava o fundador para o desenvolvimento mecânico e tecnológico. Daí em diante, Honda alcançou um enorme reconhecimento no mercado japonês graças à qualidade de seus veículos, assim como à sua constante busca por maior desenvolvimento tecnológico.
Com a consagração em seu país, Honda agora cobiçava a conquista do Tourist Trophy da ilha de Mann, no Reino Unido, a corrida de motocicletas de maior prestígio internacional. Em 1961, suas motos alcançaram os cinco primeiros lugares na categoria 125cc e bateram todos os recordes na categoria 250cc. Assim as motos Honda começaram a receber sua consagração aos olhos do mundo. Em 1963, a Honda lançou o carro esporte S 500 e o caminhão leve T 360. Foi a entrada vitoriosa da companhia na fabricação de veículos de quatro rodas.
Honda no Brasil
Até a segunda metade da década de 1960, praticamente não existia mercado para motocicletas no Brasil. Só em 1968 o governo autorizou as importações, mas as alíquotas eram muito elevadas. A aposta no mercado brasileiro concretizou-se no dia 26 de outubro de 1971, quando começou a funcionar a Honda Motor do Brasil Ltda., responsável pela importação e distribuição dos produtos Honda no País. No início eram só motocicletas, dois anos mais tarde também os produtos de força. Desde as primeiras importações, a Honda estruturou sua Divisão de Peças Originais, o que garantia peças para reposição dos produtos Honda.
Em 1974, a Honda comprou um terreno de 1 milhão e 700 mil metros quadrados em Sumaré, no interior do estado de São Paulo, para instalar a fábrica de motocicletas. Um ano depois, o governo vetou a importação de motocicletas e o efeito foi drástico.
Não havia alternativa, era hora de começar a produzir motocicletas no Brasil. A Honda antecipou seu projeto e construiu sua fábrica em Manaus (AM). A maior vantagem para a fábrica que se instalava no Brasil era o fato de Manaus ser uma zona franca, ou seja, isso permitia importar equipamentos do Japão de alta tecnologia com custos competitivos em relação aos produzidos no Brasil.
A Honda investia no país e apostava no crescimento do mercado. Lançou vários modelos novos: o primeiro foi a CG 125 e depois vieram vários outros. Em 1977 já eram fabricadas 34 mil motocicletas no mercado nacional e a Honda respondia por 79% desse total. No início da década de 80, a produção nacional média anual atingiu 185 mil unidades.
Em 1981, foi produzida a primeira motocicleta movida a álcool no mundo, na fábrica de Manaus. No mesmo ano, é constituído o Consórcio Nacional Honda (CNH), que inicia suas atividades no país.
A partir de 1992 começam as importações de automóveis para o Brasil. A princípio, com a comercialização do Honda Accord, e em seguida do Accord Wagon, Civic Sedan, Civic CRX, Prelude e o Civic esportivo hatchback.
Em 1995, a Moto Honda da Amazônia conquista o certificado ISO 9002, que reconhece a qualidade na fabricação de seus produtos com a mais alta tecnologia e alto padrão de qualidade.
Animada com as perspectivas do Brasil, a Honda decide realizar um sonho antigo: construir uma fábrica de automóveis no terreno que mantinha há mais de 20 anos em Sumaré. Em 3 de junho de 1996 começam as obras da nova fábrica, que foi inaugurada em 06 de outubro de 1997, com capacidade para produzir 15 mil unidades do modelo Civic Sedan por ano. Também em 1996 a Honda atingiu a marca de 2 milhões de motocicletas produzidas no Brasil.
Em 02 de março de 1998 foi inaugurado o Centro Educacional de Trânsito Honda (CETH), em Indaiatuba, São Paulo, onde são realizados cursos de formação de Instrutores – para pilotos de motocicletas e quadriciclos –, e pilotagem On e Off-road, palestras educativas e test-drives, dirigidos para motociclistas profissionais de órgão públicos e empresas privadas.
O CETH ocupa atualmente uma área de 124 mil m2, com infra-estrutura para aulas teóricas e práticas, e é considerado referência no trabalho de conscientização de motociclistas no País e no exterior.
Em 1999, a fábrica da Moto Honda em Manaus conquistou o ISO-14001, conceituado certificado internacional de preservação do meio ambiente.
Líder de mercado na categoria, a Honda atinge a marca de 3 milhões de motocicletas produzidas no Brasil em 1999, reafirmando sua posição no mercado nacional.
Em março de 2000, a Moto Honda comemorou a produção de 2 milhões de unidades do modelo CG 125, motocicleta mais popular no mercado brasileiro de duas rodas.
Confirmando a preocupação da marca com a questão ambiental, em junho do mesmo ano a Moto Honda desenvolve o Projeto de Preservação Ambiental em Manaus, visando não somente a introdução de inovações na fábrica para o aperfeiçoamento das operações, como também a contribuição para uma boa convivência da sociedade local.
Também em 2000, iniciava-se as atividades das instituições financeiras Banco Honda e Honda Leasing.
Menos de dois anos depois de atingir a marca das 3 milhões de motocicletas produzidas, em janeiro de 2001 a Moto Honda da Amazônia comemorou as 4 milhões de motocicletas produzidas no país, simbolizada por uma CG 125 Titan – modelo líder em vendas do segmento de motocicletas desde seu lançamento em 1976. Nove meses depois, a Honda completou 30 anos de atividades no País.
O quadriciclo TRX 350 Fourtrax começou a ser comercializado no mercado nacional em junho de 2001, com o objetivo de ampliar os seus segmentos de atuação. E em dezembro o modelo passou a ser montado em Manaus, em sistema CKD, devido à sua ótima aceitação junto ao consumidor.
Reafirmando seu compromisso com a natureza e dando continuidade à política de gestão ambiental que vem sendo desenvolvida desde suas atividades no País, a Moto Honda inaugura, em julho deste mesmo ano, a estação de tratamento de efluentes em sua fábrica de Manaus. O objetivo é minimizar o impacto nocivo sobre os recursos naturais da região.
Também em 2001, a Honda Automóveis do Brasil anunciou o lançamento para 2003 do novo carro Honda Fit, seu segundo automóvel brasileiro.
Apenas um ano e meio após as 4 milhões de motocicletas produzidas no Brasil, a Moto Honda atinge a marca histórica dos 5 milhões, o reflexo de um trabalho marcado pelo constante aprimoramento, aplicação de novas tecnologias e muito empenho para atender um dos maiores e mais exigentes mercados consumidores do mundo.
Em 2003, a Moto Honda inaugurou a nova pista de testes, no município de Rio Preto da Eva (AM), com o objetivo é aprimorar as motocicletas da marca com a reprodução dos mais diversos tipos de terreno encontrados nas ruas e estradas brasileiras. Anunciou também a ampliação da fábrica de motocicletas de Manaus (AM), representando mais um grande passo em direção à meta de aumentar gradativamente sua capacidade produtiva.
Também em 2003, comemorou 6 milhões de motocicletas produzidas no Brasil, pouco mais de um ano depois de ter atingido a marca de 5 milhões.
Em abril do mesmo ano, a Honda Automóveis iniciou a comercialização do seu segundo carro nacional, produzido na fábrica de Sumaré: o Honda Fit. O modelo é o primeiro carro nacional a oferecer transmissão automática CVT, reunindo qualidades como design moderno, praticidade, dirigibilidade e economia.
Também em 2003, a Honda comemora 50 milhões de automóveis fabricados em todo o mundo. No mesmo ano a Honda Motor Co. registra recorde histórico em vendas globais de motocicletas, automóveis e produtos de força.
No balanço do ano de 2003, a Honda Motocicletas registra crescimento de 10% no Brasil, e Honda Automóveis obtém 53,8% de crescimento em emplacamentos, números que comprovam o crescimento acelerado da empresa.
Em fevereiro de 2004, a Honda antecipa tendências e lança a sexta geração de sua motocicleta mais consagrada no mercado nacional: a CG 150 Titan. Em junho, foi lançada a nova CG 150 JOB, voltada ao segmento profissional, uma evolução da CG 125 Cargo. E em outubro foram anunciados os lançamentos da CG 150 Sport e da CB 600F Hornet.
No mesmo ano, a Honda Motocicletas conquistou um título inédito em exportações: “Exportadora com Maior Diversificação de Mercados em 2003” concedido pela ACEAM (Associação de Comércio Exterior da Amazônia). Também implantou o Projeto Agrícola em um terreno localizado no município de Rio de Preto da Eva (AM), programa que visa o plantio de árvores e espécies ameaçadas de extinção.
Apenas um ano e meio após as 4 milhões de motocicletas produzidas no Brasil, a Moto Honda atinge a marca histórica dos 5 milhões, o reflexo de um trabalho marcado pelo constante aprimoramento, aplicação de novas tecnologias e muito empenho para atender um dos maiores e mais exigentes mercados consumidores do mundo.
Em 2003, a Moto Honda inaugurou a nova pista de testes, no município de Rio Preto da Eva (AM), com o objetivo é aprimorar as motocicletas da marca com a reprodução dos mais diversos tipos de terreno encontrados nas ruas e estradas brasileiras. Anunciou também a ampliação da fábrica de motocicletas de Manaus (AM), representando mais um grande passo em direção à meta de aumentar gradativamente sua capacidade produtiva.
Também em 2003, comemorou 6 milhões de motocicletas produzidas no Brasil, pouco mais de um ano depois de ter atingido a marca de 5 milhões.
Em abril do mesmo ano, a Honda Automóveis iniciou a comercialização do seu segundo carro nacional, produzido na fábrica de Sumaré: o Honda Fit. O modelo é o primeiro carro nacional a oferecer transmissão automática CVT, reunindo qualidades como design moderno, praticidade, dirigibilidade e economia.
Também em 2003, a Honda comemora 50 milhões de automóveis fabricados em todo o mundo. No mesmo ano a Honda Motor Co. registra recorde histórico em vendas globais de motocicletas, automóveis e produtos de força.
No balanço do ano de 2003, a Honda Motocicletas registra crescimento de 10% no Brasil, e Honda Automóveis obtém 53,8% de crescimento em emplacamentos, números que comprovam o crescimento acelerado da empresa.
Em fevereiro de 2004, a Honda antecipa tendências e lança a sexta geração de sua motocicleta mais consagrada no mercado nacional: a CG 150 Titan. Em junho, foi lançada a nova CG 150 JOB, voltada ao segmento profissional, uma evolução da CG 125 Cargo. E em outubro foram anunciados os lançamentos da CG 150 Sport e da CB 600F Hornet.
No mesmo ano, a Honda Motocicletas conquistou um título inédito em exportações: “Exportadora com Maior Diversificação de Mercados em 2003” concedido pela ACEAM (Associação de Comércio Exterior da Amazônia). Também implantou o Projeto Agrícola em um terreno localizado no município de Rio de Preto da Eva (AM), programa que visa o plantio de árvores e espécies ameaçadas de extinção.